Práticas Bíblicas III A Prática dos Dons Edição Aluno

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Descrição

APRESENTAÇÃO DOS ESTUDOS 1 A 26 – Revista EBD “PRÁTICAS BÍBLICAS III”

 

Os estudos fazem uma jornada para o autoconhecimento, abordando temas como seu jeito de ser, maneira de servir, inteligências múltiplas, personalidade, temperamentos e dons espirituais de serviço.

Iniciamos pelo conceito de servir, apontando que há pessoas que possuem boa iniciativa, mas, nem sempre, conseguem terminar o que começam. Porém, há os empreendedores, que conseguem identificar sua chamada, dons espirituais, e inteligências, reconhecendo que elas são múltiplas, e de maneira especial, a inteligência espiritual, para então, verificarmos o lado “biológico” da personalidade – os temperamentos. Depois, consideraremos o caráter, como a parte educável de nossa formação, como um meio de lidarmos com os temperamentos.

Na primeira parte fizemos um percurso de autoconhecimento que servirá de base para o que veremos nesta segunda unidade, quando estudaremos os dons de serviço, ou seja, aqueles que são utilizados no corpo de Cristo, para sua edificação, diferente dos dons de sinais, que são dirigidos para fora do corpo, servindo de testemunho para a fé, conforme ocorreu no ministério de Jesus (Jo 10.37-38). Esta unidade foi preparada, tendo como base, o texto de KNIGHT, Lida E. Quem é você no Corpo de Cristo. Campinas: Luz para o Caminho, 1996, além de outros autores que, embora não citados, tributos a eles meu agradecimento.

Quando Moisés recebe de Deus a missão para ser o líder do povo judeu, que se encontrava escravizado no Egito, argumenta que o povo não acreditaria em suas palavras, por isso, Deus lhe dá algumas ações, que serviriam de sinais (Ex 4.1-17).

Existem outros episódios bíblicos, em que houve sinais para testificar a autoridade do servo de Deus, designado para a obra. Em todos os casos, estes sinais foram uma confirmação da mensagem e do mensageiro de Deus para que as pessoas pudessem ouvir e crer. Uma vez que a mensagem era confirmada, os sinais desapareciam. Normalmente não precisamos que esses sinais sejam repetidos em nossas vidas, mas precisamos receber a mesma mensagem do evangelho, uma vez que o grande sinal já nos foi dado, conforme Lc 11.29-32.

Assim, iniciamos nossa caminhada com algumas definições, antes de nos determos propriamente nos dons específicos.

Deus cuida da Sua igreja, usando seus servos, capacitando-os para o exercício de seus ministérios, atuando na igreja, para o “bem comum”. Conforme pontua o Pr. Delcy de Souza Lima  (1988), Ele tem critérios para a concessão dos dons.

Primeiro, o Critério da utilidade, visto que os dons são dados, a cada um, para o que for útil (v.7). Portanto, há uma intencionalidade da parte de Deus, um objetivo, que é a edificação da igreja. Nada que Deus faz é sem propósito, e somos cooperadores dEle em Sua obra.

O segundo critério é o da Soberania, ou seja, os dons são concedidos por decisão única e exclusiva de Deus, por meio da voluntariedade do Espírito Santo. Os dons são dados a cada um como Ele quer (I Co 12.11), sendo que, desta forma, se a iniciativa é do Espírito Santo, tornar-se desnecessária qualquer ação no sentido de obter este ou aquele dom. Ter este ou aquele dom não é resultado de um mérito pessoal, mas sim da vontade soberana de Deus.

O terceiro critério é o das finalidades, ou seja, os dons são dados para o bem comum. Desta forma, visam a edificação corpo de Cristo (I Co 14.12). Nenhum dom é concedido para o engrandecimento do seu portador, mas, como instrumento nas mãos poderosas de nosso Deus, devemos agir com humildade, e fazer com que, toda glória seja dada a Ele.

Façamos, então, este percurso, com o desejo e disposição, permitindo que o Espírito Santo, seja o guia nesta caminhada.

 

APRESENTAÇÃO DOS ESTUDOS 27 A 52 - Revista EBD “PRÁTICAS BÍBLICAS III”

 

Quando iniciamos a escrita destes  estudos, sentimo-nos desafiados, pois estávamos num período de inúmeras mudanças em nossa vida profissional e familiar. Muitas foram as noites “viradas”, as conversas para alinhamento das ideias, escritas, reescritas... Mas, mais numerosas, desculpem-nos a redundância, foram as orações e alegrias do trabalho em parceria, enquanto casal. Por isso, louvamos ao Pai Celeste e agradecemos à Convenção Batista Mineira pelo convite e a confiança em nosso trabalho, bem como à denominação Batista da qual temos orgulho em pertencer por, dentre outros motivos, ter as Sagradas Escrituras como a sua única regra de fé e conduta e por acolher, sem malquerença e pré-julgamento, os que a ela achegam-se por entender e adotar, convictamente, suas doutrinas e princípios.

 

Isto posto, pontuamos que o tema destes estudos, que aqui propusemos, sempre tocou muito nossos corações, em especial nos tempos de pandemia, por causa do coronavírus, em 2020 no Brasil, a qual, dentre inúmeras mudanças, nos fez deixar de reunir presencialmente para reunirmo-nos on-line.

 

Diante de todo este contexto, a palavra comprometimento veio à nossa mente e coração, principalmente no que dizia, e diz, respeito aos relacionamentos interpessoais. Em particular, ao relacionamento do cristão com Cristo, de quem deriva a palavra. Com efeito, aceitamos o convite de Tânia, nossa amiga e editora, para juntos, refletirmos sobre o que temos escrito. Tudo isto a fim de entendermos um pouco mais a seriedade e o privilégio do nome que carregamos e a urgente necessidade do comprometimento com o Soberano Deus.

 

Conforme você lê os estudos, oramos para que reflita e fixe o seu olhar no Senhor, entenda quem realmente Ele é e escolha comprometer-se com Ele, vivendo uma nova vida.